24 janeiro, 2009

Lento (marta)

Buscando o topo e a base. Eu quero estar em todos os lugares, falando com todas as pessoas. Depende, na verdade, de não acreditar na minha miudeza diante de tudo. Tudo. A cama anda fria e os armários espaçosos. A casa é só minha. E eu não sou ninguém.

Quantos dias faltam, ou sobram? Matam as horas, ou morrem no parapeito dos dias. As horas iguais, morrem nada: se esticam. Dias doem.

6 comentários:

Luiz Felipe Leal disse...

Enquanto os dias doem, não recebo sua carta nunca. E por isso não a respondo.


um abraço leve.

Luísa disse...

às vezes sua sintonia com o que eu quase penso é uma coisa de louco.

(marta selva) disse...

eu nao sei se tu conseguiste por alguma forma telepatica nova penetrar meus pensamentos que estao tao dificies e cansados para ficar de peh.
eu nao sei se tu conheces ja tanto as minhas linhas que quando eu chorei escrevendo tudo aquilo.. tu conheceste mais do que minha lágrima..e encontraste minha alma.
eu so sei que minha casa anda espaçosa demais, e o mundo pesado demais.. e eu acho q a gnt se entende. hehe

;*

Elba disse...

passando passando só pra pedir visita de volta.
Beijos! Ainda não peguei sua carta!

Wander Matricardi disse...

nossa que viagem :P
aushuasdhuas
adorei

Sir Van de Toulon disse...

todos somos muito pequenos.