04 setembro, 2010

Segno

Maldita seja sua pedante boca
palco vil da minha derrota.
Não poderia denunciá-lo
nem fazer-me sua vítima
se antes do golpe
já me havia apresentado todas as suas armas.
Não posso culpá-lo
se fui em quem entregouo peito aberto ao fuzilamento.

Que seja hoje
- o dia do meu fim -
o fim de tudo.

3 comentários:

Camila P. disse...

*sigh* o__o

~*Rebeca e Jota Cê*~ disse...

Existem situações que somos realmente os culpados, entregamos de bandeja o nosso melhor e somos fuzilados por palavras.

Thalita linda, olha, ler seu comentário me deixou com um sorriso enorme.

Você é linda, menina querida.

Beijo imenso.

Rebeca

-

D i c a disse...

Que prepotente!
Seu fim não é o fim de tudo.
Seu fim com certeza será o ínicio de muitos ou muitas.

"se fui em quem entregou o peito aberto ao fuzilamento."
Adoro quando escreve assim, dilacerando tudo e todos, inclusive a mim.


Ando sentindo sua falta, talvez por isso tenho sentido vontade de espezinhar. Só na dor a gente olha para o outro com mais carinho, com maior zelo. O que faz que não olha pra mim, Tha? Amor eu sei que não é, auto piedade também não, está feliz por acaso? Só perdoo se for por este motivo maior. =)

Enquanto te escrevo estou lembrando de como é bom escrever pra você, nem que seja pra te xingar. Prazer absurdo este meu não acha? Mas é meu.

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Acredito no que diz, só não acredito que outras pessoas tenham maior capacidade de criar um layout, maior do que a minha.

Corra para seu e-mail, estou lá!

Vi a ligação só depois. E só não retornei porque não sabia de quem era o número, agora que sei de quem é vou salvar.. Ou não. *-*
É que não havia salvo os números no chip, o seu numero estava somente no aparelho. Perdi número de todos os amigos e dos inimigos, o que é um desastre.

Tha, ando passional mesmo, ciumenta é o meu segundo nome para os íntimos, muito íntimos, os íntimos que me veem de calcinha.
Só com tempo e reservadamente para contar tudo. Mando e-mail essa semana(só não hoje prq estou com uma dor de cabeça infernal) Pra que? Pra contar um pouco do muito sem você. rs


Beijos intermináveis.