28 agosto, 2008

Do(a) eterno(a)

------------------------- Para a Flor.

A flor.
Ela é linda.
Minha Nana, minha irmã.

Do que eu tenho de eterno, eu a tenho.

Eu a conheço nos seus detalhes, nas suas falhas.
Eu a conheço na mentira, é que suas verdades me gritam. Mas eu não posso dizer nada.

Dela, o que eu tenho é o amor. Devo dizer, é tudo.

É um luxo de menina em suas maquiagens, em tudo que brilha e lhe cerca.
É delicioso vê-la manejando seus pinduricalhos em volta de si mesma.

Ela é minha esfera, meu cristal intocável.
Eu a sinto eu suas alegrias dentro de mim.
E cada lágrima que rola nela, se duplica em meu rosto.

Eu a amo.
De tantas formas quantas forem possíveis amar alguém, eu a amo.
Eu a amo.

Eu não sei precisar o tempo que levei pra descobrí-la.
Eu sei que só nasci depois de encontrá-la.

Do que eu vejo dela, eu vejo tudo.
Vejo os olhos que brilham, vejo o corpo que flutua, vejo os róseos lábios, vejo a pele branca, vejo as mãos pequenas.
E o restante eu sinto.

Eu sinto um abraço que tenta me engolir. E o perfume que fica na alma por dias.

É sempre pouco o que eu escrevo, sempre será.
Do que eu tenho de mais intenso, eu tenho meu amor por ela.

A extensão de infinito cabe dentro desse amor.

3 comentários:

nana. disse...

pra sempre. nosso amor é pra sempre.

Vinícius Remer disse...

Que linda declaração de amor,

Luiz Felipe Leal disse...

incrível, e belo demais.

me lembrou "i carry your heart".

abraços.