10 agosto, 2008

(sem título IV)

Eu cresci ali, na barriga da minha mãe. Mas sempre fui semente do meu pai. Sempre fui o amor do meu pai. Sempre fui a cara do meu pai.


... e ele ainda me nasce mais um pouco quando acha que preciso ser mais gente.
Ao homem que nunca me pediu nada pra me fazer feliz. E sempre fez. O tanto que eu te amo não cabe em palavras. Não cabe sequer em mim.

2 comentários:

Luísa disse...

Palavras não valem nada.
Cadê o presente?
(!)

Diana Borges disse...

Linda homenagem..